Esta carta rege os princípios e o contexto que nortearão a execução plena de nosso orçamento para o exercício fiscal de 2007. Desde o ano de 2004, a GAIL vem registrando um sensível progresso em seus fundamentos econômicos, o que proporcionou uma reordenação sensível de margens de rentabilidade, um substancial crescimento de sua estrutura comercial e industrial, em simultaneidade ao lançamento das bases de um novo planejamento estratégico de longo prazo e ao atingimento de um reequilíbrio financeiro pleno.
Tal performance só foi possível através da valorização permanente de nosso qualificado capital humano e de um processo sustentado de inovação em produto e serviço. A tradição de quase 200 anos de sucesso da GAIL deve-se ao vivenciamento diário e real de valores essenciais de simplicidade, humildade, união, determinação, foco no resultado, ética e alegria. Nossa missão é inovar para servir.
Nossos objetivos para 2007 são igualmente ambiciosos. Para que possamos manter um equilíbrio intertemporal e sustentado a taxas de crescimento tão elevadas, é vital que mantenhamos o foco absoluto na inovação e no atendimento.
Do ponto de vista macroeconômico, após quatro anos de avaliações negativas quanto às perspectivas de crescimento econômico do país e, como desdobramento, de expansão da demanda agregada na indústria cerâmica nacional, vislumbramos relativamente boas expectativas para 2007.
Em fins de 2003, na carta orçamentária de 2004, alertamos que: “no cenário doméstico, não obstante os ganhos de credibilidade de 2003 e a manutenção da política econômica do governo Cardoso, haverá um novo realinhamento das expectativas. Condições para crescimento são evidentes e as perspectivas indicam uma recuperação notória vis-à-vis a 2003. Entretanto, os efeitos da política monetária excessivamente conservadora e da política fiscal tributarista adotada pelo governo atual impedirão a instalação de um ciclo sustentado de crescimento. Em particular, o setor de construção civil não se recuperará em plenitude do atual momento recessivo na renda, no investimento e no trabalho. Ou seja, as perspectivas são bem mais promissoras do que em 2003, também no mercado doméstico, mas não suficientes em absoluto para garantir, pelo efeito macroeconômico per se, a recuperação dos fundamentos econômicos corporativos. Do ponto de vista macroeconômico, embora haja sinais visíveis de recuperação no nível de atividade, julgamos que esta ainda se reproduz de forma tímida e pouco sustentável. A recuperação será legitimada em setores mais dinâmicos e afetos ao ciclo exportador e não imporá um novo de ciclo sustentado de crescimento no setor de construção civil e no submercado cerâmico em particular.O nível de investimentos no país manter-se-á retraído e o setor de construção civil, imerso em um crise há 3 anos, crescerá, mas sob uma base baixa e de forma desequilibrada. Além disso, não haverá “bolhas de crescimento” no setor cerâmico como a verificada sob a égide das incertezas políticas advindas das eleições de Novembro de 2002 ( Setembro 2002 a Abril de 2003).” Observamos também que “ em um mercado extremamente competitivo como o cerâmico no Brasil, para desafiar limites históricos, a lucratividade deve necessariamente advir de ousadas mudanças estratégicas, de filosofia e de atuação”.
No ano seguinte, na carta orcamentária de 2005, observamos que: “No cenário nacional, não obstante os ganhos de credibilidade pela reversão das expectativas de ruptura, os riscos permanecem muito sérios. A economia brasileira, e o setor de construção civil em particular, ainda está longe das condições necessárias para a criação de um ciclo de crescimento sustentado.
O crescimento econômico próximo a 5%, verificado em 2004, deveu-se a conjugação de 3 fatores favoráveis, os quais não se repetirão na mesma proporção e impacto no ano que se inicia: o cenário externo extremamente favorável em termos de demanda de comércio exterior, condições de liquidez, preços de commodities e ausência de choques exógenos; a reversão das expectativas de ruptura na política econômica, salvaguardada por indicadores positivos de liquidez fiscal e de reservas/saldo comercial; e a base débil de comparação estatística dos últimos anos. Para 2005, projetamos um crescimento do PIB da ordem de 3%, minado pela aparente inexistência de uma política industrial de longo prazo, pela intransigência do governo em manter uma política monetária excessivamente contra-cílica e pela inexistência de um ajuste fiscal eficaz- ou seja baseado em um severo ajuste na imensa estrutura de gasto público, na redução dos custos de transação/ganhos de eficiência e em uma sensível redução/simplificação da presente asfixiante carga tributária nacional. É imperativo que haja uma redução sensível do nível de transferência de poupança do setor privado (eficiente) para o setor público (ineficiente) via a imposição de uma carga tributária abusiva. Países com um perfil de receita de impostos/PIB 50% inferior ao do país (como o México por exemplo), com um maior grau de abertura externa (comércio exterior/PIB), com um setor público menos perdulário e com menores taxas reais de juros, apresentam perspectivas de crescimento muito mais robustas que as do Brasil. O fracasso deste governo, e dos anteriores, em criarem uma reforma tributária justa, que desonere os investimentos produtivos, que simplifique e eleve a eficiência da arrecadação e que reduza substancialmente o nível de impostos, permanece o mais sério impeditivo a reprodução de um ciclo de desenvolvimento econômico sustentado no país. Em verdade, o insaciável crescimento da carga tributária nacional deve-se fundamentalmente à necessidade de financiar o enorme nível de gasto público no Brasil. Só em 2004, o nível de despesas públicas cresceu mais de 10% em termos reais. É importante manter um saldo primário elevado, mas o ajuste fiscal deve ser sustentado pela redução das despesas e não pela elevação da receita tributária.
Em termos de política monetária, o governo atual mantém taxas de juros reais elevadíssimas – acima de 10%. Embora desde o início do Plano Real em 1994, as taxas de juros reais tenham se mantido em níveis ainda mais elevados(variando desde 21.6% em 1994 até 27.2% em 1998, mantendo-se próximo a 10% nos últimos 6 anos), não há justificativas internacionais ou domésticas para tal no momento. O país apresenta um nível de risco menor, conquanto ainda elevado e o cenário global é benigno. O governo deixou esvair excelentes oportunidades de reduzir o nível de juros no país a partir do segundo semestre de 2003 e pior, o elevou. Após 10 anos de Plano Real, não há risco de uma deflagração inflacionária no país. A demanda agregada na economia doméstica está comprimida e o nível de desemprego e subemprego historicamente elevados, fatos que vêm alimentando sérios problemas de segurança interna no país. Ou seja, o impacto inflacionário de uma redução de juros, acompanhada de ações para reduzir o nível de gastos públicos - sua causa elementar- seria contido. Além disso, não faz sentido manter uma meta inflacionária de 5% para 2005, nem julgar que a trajetória inflacionária será contida pela taxa câmbio supervalorizado e por juros elevados. Adicionalmente, o custo fiscal de elevações contínuas da taxa de referência de juros é muito desconfortável, haja vista que grande parte da dívida interna é atrelada à Selic. Mais importantemente, o impacto negativo dos juros sobre o nível de atividade é real e crescente, debilitando em muito o setor de construção civil, eminentemente pró-cíclico.
Portanto, além da redução do ônus tributário e do corte de despesas públicas, seria muito desejável que houvesse uma quebra de paradigmas no Bacen e uma postura mais ousada de redução de juros. Tal fato pode ser locupletado, sem redução da credibilidade da autoridade monetária máxima. Além disso, se o Banco Central fosse independente, o risco de um excesso de pragmatismo na definiçao de taxas reduzir-se-ia e haveria um espaço significativo para um corte adicional nas taxas de juros, conforme demonstrado por vários estudos empíricos em outros países. Desafortunadamente, não vejo indícios que haverá uma reversão e que as taxas de juros caiam em 2005, ao contrário”
Lamentavelmente, tais expectativas se confirmaram e se exacerbaram em 2006, quando a despeito de uma queda efetiva nos juros nominais, as taxas de juros reais mantiveram-se a níveis absurdamente elevados, comprometendo o nível de investimentos e a demanda agregada da economia. O excessivo custo do dinheiro associado a condições sem precedentes no cenário internacional em termos de liquidez e demanda por commodities como grãos, minérios e petróleo, tiveram um impacto muito positivo sobre a balança de transações correntes e sobre a atratividade relativa da moeda brasileira, fomentando uma valorização substancial do real vis-à-vis o dólar. Conquanto o ambiente externo tenha se mantido extremamente favorável, a inexistência de um ambiente regulatório atraente, a sobre-valorização em causalidade do binômio taxa de juros e câmbio, a deterioração exponencial do investimento público e da infra-estrutura nacional em concomitância com uma estrutura e nível de gastos inconseqüentes, impôs um como resultado um 2006 extremamente negativo para a economia brasileira. Positivamente, houve avanços sensíveis na estrutura da dívida brasileira, e, por conseguinte, no nível de risco e juros cobrados ao país, galvanizadas por uma extraordinária elevação na liquidez nos Estados Unidos, pelo crescimento dos preços das commodities e pela internacionalização do setor privado nacional.
Após anos de ausência de planejamento e priorização no setor de construção civil, tão relevante para a expansão do nível de emprego e renda, percebeu-se a partir de 2006 uma inflexão. Em Fevereiro e em Outubro de 2006 o governo descortinou medidas visando a recuperação do setor, as quais exerceram um impacto positivo sobre a demanda reprimida no setor. Entre estas, destacar-se-iam a elevação de recursos e programas específicos para moradia de baixa renda, uma maior oferta de recursos para compra de imóveis para a classe média, a alocação do crédito consignado para financiamentos em habitação e particularmente a redução do IPI de 10/12% para 5 ou 0%. Existem indicativos que em breve haverá novas medidas de estímulo a construção civil, as quais esperamos privilegiem a desoneração tributária, a redução do custo de capital e a retomada de investimentos em infra-estrutura.
A despeito do atraso das parcerias público-privadas, o crescimento sensível na oferta de crédito imobiliário e evolução favorável nas taxas de juros a partir do segundo semestre do ano impactaram sobremaneira nas expectativas para o setor de construção civil que apresenta sinais de expansão, mormente no subsegmento de menor valor agregado. Adicionalmente, já há um nível maior de consenso político e institucional quanto a necessidades urgentes de readequação na inadequada política econômica, reduzindo-se o excessivo conservadorismo fiscal e finalmente respondendo de forma ortodoxa na política fiscal, através da redução de impostos e de despesas de custeio do setor público. Mesmo que as reformas tenham escopo tímido, a base é muito reduzida e o impacto no setor cerâmico tende a ser positivo em 2007.
Julgamos que as políticas públicas em um país com o nível de miséria, descaminho e ausência de emprego formal devem privilegiar de forma obsessiva o crescimento econômico, o qual atingiu 2.3% em 2005, devendo tangenciar 2.7% em 2006, atingindo no máximo 3.5% em 2007. Estas taxas são medíocres, mormente em um cenário internacional extremamente benigno como o atual, demandando uma profunda reflexão, responsabilização e um planejamento coerente, objetivo e imediato. Crescer a taxas superiores a 5% deveria ser a norma, uma obrigação e não a exceção no Brasil, demandando consenso de todos os agentes da sociedade e ações estruturais, incluindo-se reformas constitucionais. O mundo cresce em média a taxas superiores a 5% e países emergentes, com necessidades similares às nossas, crescem a taxas bem mais vigorosas. Ou seja, o país está se pauperizando a passos rápidos, com conseqüências temerosas para as gerações futuras.
A falsa polarização entre desenvolvimentismo e monetarismo já foi objeto de inúmeros estudos em Macroeconomia, ofuscando as questões pivotais a serem debatidas. Inicialmente, a estabilização e o equilíbrio fiscal devem ser sempre privilegiados dado que o país possui um nível de endividamento extremamente elevado, mantendo-se vulnerável as flutuações de liquidez internacionais. Por mais de 3 décadas a inflação no país foi a mais elevada no mundo. Com o sucesso do Plano Real, o regressivo imposto inflacionário foi contido, o que trouxe enormes ganhos para as classes mais desfavorecidas além de reduzir sobremaneira o nível de incertezas e risco, beneficiando o investimento. Este patrimônio deveria ser mantido com alguns ajustes apenas. Ou seja, a perpetuação de superávits primários, a independência do Banco Central, a Lei de Responsabilidade Fiscal e o exitoso sistema de metas de inflação deveriam ser priorizados. Quanto a este último, deveria apenas ser modificado de sorte a excluir a variação de preços não administráveis, focando na inflação central. A relevância suprema do controle inflacionária, contudo, não atesta que o Banco Central tenha sido eficiente nos últimos anos. Ao contrário, os gestores da política monetária erraram, sacrificando desnecessariamente o crescimento econômico. Após um início de governo, em 2003 quando a taxa referencial de juros aferidos pela Selic manteve-se justificadamente pelo nível de incertezas em 26.5%, a abortagem do ciclo de queda em Dezembro de 2003 e o início de um ciclo longo de elevação em Setembro de 2004 foram equivocados. Só a partir de Setembro de 2005 as autoridades monetárias decidiram-se por iniciar um novo ciclo expansivo na liquidez, reduzindo os juros de 19.75% para os atuais 13.25%. Embora possa se argumentar que os juros nominais e reais inclusive são baixos para os padrões históricos e para as especificidades de endividamento e descontrole fiscal do país, há muito espaço para reduções. Descontada pela (baixíssima) inflação dos próximos 12 meses, os juros reais permanecem em 9%, um nível elevado demais para compensar a migração de recursos do setor financeiro para o setor produtivo.
O fato é que a economia e o setor de construção em particular apresentam uma elasticidade significativa ao custo do dinheiro (além do crédito e da renda) e as políticas públicas deveriam privilegiar as reformas necessárias para que os juros possam cair de forma sustentada. Outro mito bastante mencionado é a ortodoxia fiscal do governo, que, em verdade reflete apenas um fiscalismo exacerbado e um descontrole absoluto no na qualidade e nível do gasto público corrente no país. A reversão das idiossincrasias constitucionais impostas pela constituição de 1988, como a vinculação dos gastos previdenciários, a legislação trabalhista e o caos tributário deveriam ser as prioridades iniciais do novo governo que se inicia em 2007.
A não redução dos gastos públicos e dos desperdícios e a ausência de vontade política para implementar uma efetiva agenda de reformas impedirá a retomada dos investimentos privados, minará a capacidade de o governo expandir investimentos públicos e imporá um limite superior ao crescimento econômico do país, o qual, não pode ser obtido através de exercícios retóricos e sim através de políticas consistentes de longo prazo. Como decorrência, o setor industrial e o país manter-se-á refém da elevada probabilidade de desabastecimento logístico e energético. Em verdade, a probabilidade de um eventual racionamento ou uma elevação sensível no custo de energia elétrica e particularmente de gás, insumos utilizados de forma intensiva no setor cerâmico (20 a 30% dos custos industriais), apresenta-se como um risco significativo ao setor em 2007.
Em relação a taxa de câmbio, talvez o instrumento de política econômica de menor previsibilidade, julgamos que haverá pressões para um ajuste baixista na moeda brasileira. O real mantém-se extremamente valorizado, perpetuando distorções e comprometendo em muito a capacidade de geração de valor no país. A valorização do câmbio deve-se a uma conjugação de fatores, tais quais a deterioração do poder relativo do dólar e da economia dos EUA no exterior e o crescimento acentuado do saldo da balança comercial brasileira, movido pela elevação da demanda da China entre outros países e de uma elevação sensível nos preços de commodities como ferro, soja e petróleo. O fator mais relevante, contudo, permanece o elevadíssimo custo de capital no país, o qual atrai capital especulativo. Outro fato preocupante é que o país deixou em 2006 de ser importador líquido de investimentos produtivo para tornar-se exportador o que trará óbvios para um país onde a necessidade de financiamento é tão elevada. A GAIL estima que, em um cenário conservador, o dólar deva valorizar-se em 10% em 2007, com a taxa de câmbio encerrando o ano em US$/R$ 2.35. Embora se afirme que as exportações estão crescendo a despeito do câmbio, o fato elevante é que o crescimento poderia ser muito maior, não através de controles nos fluxos de capitais, mas sim através de instrumentos e objetivos sensatos de política econômica, privilegiando a redução dos gastos correntes, dos desperdícios e uma queda sensível nas taxas de juros. A questão não é que o câmbio não está deteriorando o crescimento as exportações A valorização do real foi sem dúvida um dos fatores mais negativos para a lucratividade do setor cerâmico, um dos maiscompetitivos do mundo, no último triênio.
No âmbito externo, um choque exógeno motivado por uma eventual crise financeira na China ou nos EUA, por uma redução acima do consenso na taxa global de crescimento ou por crises ecológicas ou de segurança internacional se nos apresentam como os maiores riscos ao país.
Em síntese, estamos relativamente otimistas em relação ao futuro da economia brasileira em 2007 e particularmente para o setor cerâmico, pois julgamos que há uma ambiente favorável consolidado para o questionamento de paradigmas centrais no governo anterior como a taxa de juros e o absurdamente elevado ônus tributário do país – o qual já liquidou muitas e muitas estórias de sucesso no setor privado nos últimos anos. Dentro do setor cerâmico, os setores mais dinâmicos em 2007 serão os de baixo valor agregado e com uma estrutura de exportações consolidada.
Além disso, a base de comparação e a demanda reprimida são fatores favoráveis. Entrementes, lamentamos que não haja massa crítica e decisão política para efetivar reformas mais ambiciosas e aí sim definir uma agenda inteligente visando a um planejamento de longo prazo que lançaria as bases para um crescimento econômico sustentado e consistente no Brasil.
Em relação a GAIL, nossos objetivos para 2007 e 2008 são bastante ambiciosos. Manteremos o foco absoluto na capacitação técnica de nossa força de vendas, atraindo e mantendo os melhores talentos do setor. Excelência em atendimento é um fim imanente que deve ser perseverado em palavras e ações posto que o mercado cerâmico de alto valor agregado é e sempre será bastante exigente em qualidade de serviço e de produto. A empresa permanecerá inovando em seus padrões de qualidade, objetivando de forma permanente a renovar o debate institucional dentro do setor de construção civil.
Como vimos efetivando há mais de 2 anos, manteremos a produção em plena capacidade, sempre valorizando a qualidade e apresentando novos projetos de investimento e estratégias que viabilizem a manutenção de taxas de crescimento muito acima das projetadas para a economia. A estratégia de marketing da empresa manterá o foco na renovação da marca GAIL, no aprofundamento de investimentos no mercado de especificação e engenharia - nosso nicho específico- e na plena comercialização de nossas novas coleções de cerâmica extrudada de altíssima resistibilidade, de porcellanato e de produtos agregados.
Através da diversificação de clientes e do foco em alguns mercados específicos, manteremos as taxas de crescimento elevadas para a exportação, sem detrimento ao mercado brasileiro, nossa orientação estratégica.
Destarte, nosso objetivo maior é nos preparamos para o bicentenário do grupo GAIL em 2012, com foco absoluto na satisfação de nosso cliente e no equilíbrio financeiro pleno. A GAIL continuará investindo e apostando no crescimento do setor e do país, porém sempre de forma frugal e prudente, salvaguardada pela eliminação de perdas e despesas, por mudanças operacionais que valorizem a transparência e a eficiência e por uma administração contínua de nossas margens de rentabilidade.

Fernando Prata é economista formado pela UFRJ, além de Mestre e Doutor em Economia pela University of Southern California (USC), e ex-Estrategista Sênior de Investimentos do Banco Merrill Lynch em Wall Street (New York). É Presidente da GAIL Arquitetura em Cerâmica desde Setembro de 2003.
Brevemente será publicada uma nova palavra do presidente